URGENTE: Cantor gospel é preso durante culto após denúncia anônima - Luciano Reis Notícias
URGENTE: Cantor gospel é preso durante culto após denúncia anônima

URGENTE: Cantor gospel é preso durante culto após denúncia anônima

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Foto: reprodução
Um cantor gospel foi preso na noite do último sábado, 24 de fevereiro, na cidade de Campinas, interior de São Paulo.
O cantor Alex Eduardo Felix, conhecido como Coruja, foi preso durante um culto na Igreja Pentecostal Missionária Livre, na Vila Pompeia, por uma equipe da Polícia Militar.
Por volta das 18h10, a Polícia Militar foi ao templo da igreja após receber uma denúncia anônima de que Coruja se apresentaria no culto, e que havia um mandado de prisão contra ele por uma condenação a cinco anos de prisão em regime fechado.
Coruja foi abordado e os policiais constataram que havia um mandado em aberto contra ele, além de possuir antecedentes criminais, com passagens pela Polícia por tráfico e roubo.
De acordo com informações do portal Correio, Coruja foi conduzido à 2ª Delegacia Seccional da cidade e ficou preso à disposição da Justiça. Nenhum detalhe a respeito da condenação foi revelado pelos policiais.

Prisões

Não são frequentes os casos de prisões durante cultos, mas casos semelhantes já ocorreram Brasil afora. Em julho de 2015, um obreiro da Assembleia de Deus foi preso durante o culto sob acusação de extorsão mediante sequestro, roubo e homicídio.
Márcio José da Silva, 39 anos, que era auxiliar de pastor na Assembleia de Deus do bairro Conceição, em Recife (PE), foi preso pela Polícia Civil após seis anos de busca.
Na época haviam inquéritos em três comarcas do estado, e ele era procurado desde 2009. Antes de se converter, Silva era conhecido como “Bragadá” e teria integrado uma quadrilha, segundo o delegado Cláudio Castro, do Grupo de Operações Especiais (GOE).
Castro afirmou que a atuação da quadrilha abrangia as cidades de Surubim, no agreste; Orobó, no sertão; e Igarassu, na região da Grande Recife. “Eles tinham como alvo comerciantes e eram violentos na abordagem”, segundo o delegado, que não explicou como encontrou o suspeito, mas afirmou que “nunca deixou de acompanhá-lo”.
Márcio José responde a cinco inquéritos, sendo dois por roubo e dois por extorsão, além de outro pelo assassinato de Rodrigo Bonfim Tertuliano, com mais duas pessoas, em 2008, na cidade de Igarassu.

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