Aviação Agrícola terá produtividade incrementada com segurança segundo a ANAC - Luciano Reis Notícias
Aviação Agrícola terá produtividade incrementada com segurança segundo a ANAC

Aviação Agrícola terá produtividade incrementada com segurança segundo a ANAC

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Foto: Reprodução/A Tarde
O setor de Aviação Agrícola terá sua produtividade incrementada com segurança, estimulando a economia no Oeste baiano. A informação é da Agência Nacional de Aviação Agrícola (ANAC), que fiscaliza e monitora o setor. O órgão federal considera o setor um dos principais fomentadores para o desenvolvimento tecnológico, principalmente no combate e defesa de pragas, a exemplo da ferrugem da soja e o bicudo do algodoeiro no algodão.
De acordo com dados da ANAC, o Brasil tem a segunda maior e uma das mais eficientes aviações agrícolas do mundo. São mais de dois mil aviões agrícolas no país, 240 empresas aeroagrícolas e 548 operadores privados disponíveis “para contribuir com a agricultura de forma mais eficiente como a semeadura e aplicação de fertilizantes; trato de florestas; combate a incêndios florestais; e povoamento de rios e lagos”.
O presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (ABAPA), Júlio Busato, explica que o uso de aeronaves tem sido o principal diferencial no combate das pragas e doenças, a exemplo do bicudo do algodoeiro, por conta da eficiência, velocidade e segurança no suporte na aplicação dos defensivos agrícolas nas lavouras. “Sem o uso das aeronaves, precisaríamos utilizar uma quantidade muito maior de defensivos e com uma exposição mais prolongada do produto na lavoura. A depender do tamanho da área cultivada, a aplicação área tem o custo x benefício bem melhor do que a terrestre, o que seria necessário uma quantidade maior de aplicações e com menos eficiência no campo”, avalia. Ainda, segundo Busato, trata-se de um processo seguro que minimiza o impacto para o meio ambiente e o risco à segurança dos colaboradores.
O sócio-proprietário da ABA Manutenção de Aeronaves, Ruddigger Alves da Silva, reforça a importância da aviação agrícola para o desenvolvimento econômico e social. “Hoje, cerca de 200 pessoas ligadas à nossa empresa estão direta e indiretamente ligadas ao setor de aviação agrícola na região. Antes, os serviços de manutenção eram realizados em outras capitais, como Salvador e Goiânia. Ao longo de todo este tempo, estamos formando mecânicos da própria região, que vem se capacitando e se adequando aos rigorosos protocolos da aviação civil no Brasil, principalmente quando se trata em uso para aplicação de defensivos nas lavouras”, afirma.
A aplicação de defensivos pelas aeronaves, de acordo com o presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (SINDAG), Júlio Augusto Kampf, é ainda mais segura para o meio ambiente e para os colaboradores envolvidos, diante da regulação e legislação específicas, cuja operação é fiscalizada por, pelo menos, cinco órgãos, como o Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), secretarias estaduais e prefeituras, além de Ministério Público e Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CREA), entre outras instituições.
O presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), Júlio Augusto Kampf, reforça que, diante de toda a fiscalização, há muitos mitos que envolvem principalmente a aplicação de defensivos agrícolas no campo. “Não há como ocorrer o uso indiscriminado de defensivos na aviação agrícola. É uma ferramenta complexa de operação e bastante controlada e regulada. É um processo seguro e sem riscos de contaminação entre os envolvidos e do próprio alimento, é o que aponta os relatórios da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), afirma o dirigente do SINDAG.
Foto: Reprodução/A Tarde


Da Redação- Luciano Reis Notícias, com A Tarde

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