Luciano Reis Notícias : Guilherme de Pádua lança canal religioso no YouTube: 'Agora Virou Santo, Né?'

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Guilherme de Pádua lança canal religioso no YouTube: 'Agora Virou Santo, Né?'

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

/ by REDAÇÃO
[Guilherme de Pádua lança canal religioso no YouTube: 'Agora Virou Santo, Né?']
Guilherme de Pádua, ex-ator condenado pelo assassinato de Daniela Perez, filha da autora Gloria Perez, em 1992, lançou há uma semana seu canal de teor religioso no YouTube. Hoje pastor da igreja evangélica, ele usa da experiência que teve no presídio para falar sobre vida cristã após o mundo do crime.
No primeiro vídeo publicado, Guilherme fala sobre as facções criminosas nos presídios brasileiros. Já no segundo (por enquanto só foram duas postagens), o pastor traz um título instigante: "Agora virou Santo, né? (Bandido que vira crente!)", que reflete sobre as críticas que convertidos de passado tenebroso costumam receber da sociedade. 
"Tem 26 anos que eu tenho contato com presídio. Sete anos preso, mais 19 participando de projetos. (...) Na igreja em que frequento, conheço dezenas de pessoas que eram do crime mudarem de vida porque se tornaram crentes. De certa forma, a igreja é um ambiente muito propício para pessoas que têm a tendência de fazer coisas erradas. A cultura é: precisamos fazer o correto. Porque, intimamente, dentro de cada um que começa a crer em Cristo, existe aquele sentimento que existe um Deus em mim, e que esse Deus me perdoa dos meus pecados, lança no mar de esquecimento e deles não se lembra mais", diz.
E continua: "Olha que coisa bem propícia para alguém que fez muita coisa errada: esse perdão, essa oportunidade de poder recomeçar. Quem não gostaria de falar: 'Poxa, eu posso começar de novo, ter uma nova chance?'. E mais que isso: 'Se eu me apagar a esse Deus, fizer uma aliança com Ele, Ele tem uma aliança comigo, e aguarda-me uma vida eterna'".
Guilherme de Pádua e a então mulher, Paula Tomaz, foram condenados pelo assassinato da atriz Daniela Perez a tesouradas em 28 de dezembro de 1992. Eles foram condenados, cinco anos depois do crime, por homicídio qualificado, a 19 anos e seis meses de cadeia. Posteriormente, a pena foi reduzida a seis anos. ( Metro 1 )

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