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Entidades do agronegócio baiano querem mais rigor nas barreiras sanitárias do Estado

terça-feira, 14 de maio de 2019

/ by REDAÇÃO

Nas últimas semanas, alguns estados do Nordeste entraram em alerta após a vigilância e a fiscalização agropecuária identificarem casos de peste suína clássica no Piauí e Ceará. Preocupados com o anúncio, agricultores e pecuaristas do Oeste baiano se uniram para traçar um plano de ação, a fim de impedir que a doença ultrapasse fronteiras.(Foto ilustração)
Representantes da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e da Associação dos Criadores de Gado do Oeste da Bahia (Acrioeste) se reuniram para discutir o tema. A ideia é pressionar o governo do Estado a intensificar as barreiras sanitárias e fiscalizações da Adab, a fim de garantir o título de “zona livre” conferido à Bahia desde 2001.
De acordo com informações do Ministério da Agricultura, a peste suína clássica não é uma zoonose, ou seja, não pode ser transmitida aos seres humanos. Apesar de não representar risco à saúde da população, a situação é de alerta, já que é altamente contagiosa e mortal no reino animal.
Segundo estimativa da Secretaria Estadual da Agricultura (Seagri), o rebanho suíno baiano é de aproximadamente 650 mil animais. A chegada da doença implicaria em um prejuízo expressivo não só para os criadores, mas para toda cadeia produtiva e também para o Estado, já que ocasionaria a queda da exportação da carne de porco e seus derivados. Isso também afetaria o mercado da soja, milho, milheto e sorgo, principais componentes para a ração animal. (Ascom)

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