O policial civil Adailton Oliveira, de 55 anos, morreu na quarta-feira, 15 de abril, após ser atingido por disparos de arma de fogo durante uma diligência no bairro de Tancredo Neves, em Salvador. Ele participava do cumprimento de um mandado judicial quando foi baleado. O agente chegou a ser socorrido para o Hospital Geral Roberto Santos, mas não resistiu aos ferimentos.
Foto: TV Aratu
Lotado na 11ª Delegacia Territorial de Tancredo Neves, o investigador foi atingido na cabeça durante a ação. Informações preliminares indicam que ele realizava levantamentos investigativos em campo no momento do ataque. A ocorrência foi registrada na Rua Paulo Valverde, nas proximidades de um mercado da região.
Forças de segurança garantem investigação sobre caso
Equipes dos Departamentos de Polícia Metropolitana (DEPOM), de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), Especializado de Investigações Criminais (DEIC), de Inteligência Policial (DIP) e de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), além da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE), atuam de forma integrada com unidades da Polícia Militar nas buscas pelos autores do crime.
A Polícia Civil da Bahia informou que as diligências foram intensificadas para identificar e localizar os responsáveis. As ações envolvem equipes de campo e setores de inteligência, em articulação com outras forças de segurança do estado.
Em nota, a instituição manifestou solidariedade aos familiares e amigos do investigador e destacou a trajetória profissional do agente.
“A notícia de sua partida causa uma dor profunda em toda a instituição. Colegas de trabalho, amigos e servidores que conviveram com Adailton sentem a perda de um profissional dedicado, comprometido com a segurança pública e, acima de tudo, de um companheiro respeitado e querido no dia a dia da Polícia Civil”, diz o texto.
A Polícia Civil reiterou o posicionamento em novo comunicado e reforçou o pesar pela morte do servidor. “A notícia de sua partida causa uma dor profunda em toda a instituição”. Em seguida, a corporação voltou a destacar o perfil profissional do investigador.
“Colegas de trabalho, amigos e servidores que conviveram com Adailton sentem a perda de um profissional dedicado, comprometido com a segurança pública e, acima de tudo, de um companheiro respeitado e querido no dia a dia da Polícia Civil”, afirmou a instituição.
A corporação também declarou que seguirá atuando para esclarecer o caso. “As investigações estão sendo intensificadas, com ações integradas entre as equipes de campo e os setores de inteligência, em conjunto com a Polícia Militar e a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA). Os responsáveis serão identificados e responsabilizados com o rigor da lei”.
O delegado-geral, André Viana, também se manifestou sobre o caso e destacou o empenho das equipes envolvidas. “A Polícia Civil lamenta profundamente a perda do investigador, que dedicou sua vida ao enfrentamento da criminalidade. As equipes seguem mobilizadas e não medirão esforços para identificar os envolvidos e responsabilizá-los judicialmente”, afirmou.
Sindicato manifesta pesar pela morte de policial civil
Em nota, o sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia manifestou profundo pesar e afirmou que Adailton foi um servidor dedicado que honrou a Polícia Civil com coragem, compromisso e senso de dever.
“Sua partida representa uma perda irreparável para a segurança pública e deixa um vazio entre colegas, amigos e todos que tiveram o privilégio de conviver com sua trajetória profissional e humana. Neste momento de dor, o Sindpoc se solidariza com familiares, amigos e companheiros de trabalho, desejando força para enfrentar esse momento difícil”.

Da Redação- Luciano Reis Notícias, via Muita Informação




