
Uma professora e empresária entrou na Justiça alegando ser a criadora da ideia que deu origem ao Pix. Anette Vernaschi Toppan processa o Banco Central e pede uma indenização de pelo menos R$ 1 milhão por suposta violação de direitos autorais.
Segundo a autora da ação, em 2014 ela registrou na Biblioteca Nacional um projeto chamado “Tá Pago”, que previa a realização de transferências eletrônicas instantâneas. Anette sustenta que a proposta apresenta características semelhantes às do Pix, sistema de pagamentos lançado oficialmente pelo Banco Central em 2020.
Na ação, a professora argumenta que sua criação teria sido utilizada sem autorização e pede reparação financeira pelos supostos danos causados.
O Banco Central, por sua vez, nega qualquer irregularidade. A instituição afirma que sistemas de pagamentos instantâneos já existiam em diversos países e que o desenvolvimento do Pix foi resultado de estudos técnicos e iniciativas próprias.
O caso está em tramitação no Tribunal Regional Federal da 1ª Região e ainda aguarda análise da Justiça.
Fonte:Sociedade Oline



