O governo da Venezuela anunciou que recorrerá à diplomacia para exigir a libertação do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores, que, segundo Caracas, foram sequestrados pelos Estados Unidos há uma semana. Em nota oficial, o chanceler venezuelano, Yván Gil, classificou a ação como uma agressão “criminosa, ilegítima e ilegal”, afirmando que o episódio representa um ataque direto à soberania do país e ao seu povo.
De acordo com o governo venezuelano, a captura do chefe de Estado e de sua esposa configura uma grave violação da imunidade presidencial e dos princípios básicos do direito internacional. A chancelaria sustenta que o episódio rompe regras fundamentais da convivência entre nações e exige uma resposta política firme, amparada por organismos e tratados internacionais.
Foto: Reprodução/Redes Sociais, via Portal Sociedade Online
Como parte da reação, Caracas anunciou que pretende restabelecer missões diplomáticas com os Estados Unidos para tratar das consequências do que chama de agressão e discutir uma agenda de interesse comum. O governo também informou o retorno do navio petroleiro Minerva ao país, após uma ação envolvendo autoridades norte-americanas. Segundo a Venezuela, a embarcação havia sido interceptada sem autorização e integra uma série de petroleiros retidos pelos EUA como parte de um cerco às exportações venezuelanas.

Da Redação-Luciano Reis Notícias, via Sociedade Online




