Domingo, 15 de fevereiro de 2026, da Redação- Luciano Reis Notícias, às 19h26. Por Luciano Reis, DRT/8242-BA
Um ano após o assassinato do empresário Gilberto Pereira Chaves, de 40 anos, que era conhecido como Bujão Tur, a família cobra por justiça e pede a prisão do segundo acusado pelo crime, na cidade de Alagoinhas (BA).
No domingo, 15 de fevereiro, a família realizou na Paróquia São José, no bairro Jardim Petrolar, a missa de um ano de falecimento do empresário.
Gilberto Pereira Chaves- Bujão Tur. Foto: Arquivo Pessoal
Dono de uma empresa de ônibus do transporte coletivo em Alagoinhas, Gilberto Pereira, foi assassinado a tiros na noite de sábado, 15 de fevereiro, quando chegava em casa, na Avenida Ipiranga, no bairro Jardim Petrolar, foi surpreendido por homens armados. Os suspeitos atiraram e fugiram em uma motocicleta. Um suspeito do crime foi preso no dia 4 de dezembro de 2025 pela Polícia Civil. Ele estava foragido desde maio de 2025.
Ele já havia sido detido durante as investigações, mas foi liberado após o fim do prazo da prisão temporária. Em 14 de maio de 2025, a prisão preventiva foi decretada e, com isso, o suspeito passou a ser considerado foragido.
A esposa do empresário, Dayanne Silva, afirmou ao Luciano Reis Notícias, que com 1 ano de falecimento do seu companheiro, a dor pela perda só aumenta, principalmente por saber que o segundo acusado está solto.
“Nós como família estamos sem chão, um ano se passou a dor só aumenta pela ausência física da falta do nosso companheiro, foram meses de angústia e revolta. Não conseguimos encerrar o luto, por que o ciclo nunca se fechou, a sensação de injustiça sentimos na pele todos os dias quando nos deparamos com a inversão de valores ao viver a triste realidade de saber que o segundo acusado de ter participação neste crime bárbaro continua solto e Gilberto, nosso querido Bujão, nunca mais vai voltar. Era um homem cheio de vida, projetos e sonhos, trabalhava porque amava o que fazia há muitos anos, se sentia útil, tinha sua independência, ajudava os filhos e amigos. Homem honrado. Precisamos que a Polícia Civil em Alagoinhas, dê uma resposta neste caso para que o Júri popular aconteça e eles paguem”, afirmou.
Ela afirmou que a família quer Justiça e pede a prisão do segundo acusado. “A dor que estou sentindo e vou sentir pra sempre não quero que ninguém sinta, porque é uma dor horrível. Quero que a justiça seja feita, que o segundo acusado pague pelo que fez. Queremos vê-lo na cadeia, que pague. Foi uma crueldade terrível, meu companheiro não merecia. Quanta maldade meu Deus, a vida é uma dádiva, é benção, ninguém tem o direito de tirar a vida do outro. Esperamos que a justiça seja feita”, disse Dayanne.
A Polícia Civil não esclareceu à imprensa o que se sabe sobre a motivação do crime contra o empresário Bujão Tur, em Alagoinhas.

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