A pressão interna no PT aumentou após o resultado do primeiro turno das eleições presidenciais, com integrantes do partido defendendo mudanças na estrutura da campanha de Lula para a nova etapa da disputa. Entre as principais críticas estão a coordenação política, a comunicação e a demora para estabelecer uma estratégia de confronto mais clara com Flávio Bolsonaro. A avaliação é de que a campanha precisa incorporar lideranças experientes e ampliar sua atuação nos estados.
Foto: Ricardo Stuckert
Governadores e candidatos que disputaram os governos estaduais e o Senado estão sendo chamados para ajudar na definição das ações para o segundo turno, com o objetivo de ampliar a mobilização regional e buscar votos onde Lula teve desempenho abaixo do esperado. Minas Gerais passou a ser uma das principais preocupações da campanha depois que Flávio venceu no estado no primeiro turno. O resultado também chama atenção pelo peso eleitoral de Minas e pela ausência de uma disputa de segundo turno para o governo estadual, o que reduz a possibilidade de Lula contar com um palanque competitivo no estado.

Da Redação- Luciano Reis Notícias, via Sociedade ON





